• Pensamentos Pessoais

  • 20.Aug
  • Amigos Para Quem Eu Sou Apenas Eu
  • Ser nada é tão bom quanto ser a nuvem que passa.
    difícil é ser algo que alguém se lembre,
    do espaço tempo que perdeu,
    do pouco valor que se deu
    pois para ficar ao meu lado, não é fácil
    mas recompensa.
    dadas todas as impossibilidades reais,
    o que há por trás desse palco escuro,
    ilumina os que se aventuram a pisar.
    não digo mais [...]

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  • Ser nada é tão bom quanto ser a nuvem que passa.
    difícil é ser algo que alguém se lembre,
    do espaço tempo que perdeu,
    do pouco valor que se deu
    pois para ficar ao meu lado, não é fácil
    mas recompensa.
    dadas todas as impossibilidades reais,
    o que há por trás desse palco escuro,
    ilumina os que se aventuram a pisar.
    não digo mais [...]

  • Social Life

  • 16.Nov
  • Verão no Rio de Janeiro
  • O Verão está chegando. Após alguns finais de semana com muita chuva e mal tempo, um feriado de 15 de novembro maravilhoso. O sol estava tímido pela manhã mas à tarde não tinha uma novem sequer no céu. Aproveitei e fui a praia. No fim do dia, algumas fotos do arpoador em Ipanema e [...]

  • Cultura

  • 05.Apr
  • Como se calcula a data da Páscoa
  • (foto do site da artista Marisa no site creativethursday.com)
    Nunca procurei saber como se calculava a data da Páscoa. Eu sabia que era um feriado móvel, a sexta-feira santa, mas nunca tive a curiosidade de ver o porquê. A Páscoa vem do calendário judeu que tem a lua como referência, por isso a data varia.
    Da página [...]

  • Politics

  • 24.Jun
  • Tropas Para Vigiar Obras Do Sobrinho Do Bispo
  • O Brasil é um país engraçado, pra não se dizer triste.
    Tropas do exército para acompanhar obras eleitorais do sobrinho do BISPO MACEDO pra fazer maquiagem de casebres PODE.
    Tropas para proteger o cidadão combatendo tráfico de drogas nas fronteiras e também na guerra do cotidiano do Rio de Janeiro. NÃO PODE.
    O governo tem que se desculpar [...]

Brasileiro: Um Eterno Bobo Alegre?

O brasileiro gosta de bancar o esperto. E para ser esperto, tem que fazer um outro brasileiro de palhaço. Ele não faz um americano, um inglês ou um alemão de palhaço mas gosta de sacanear o seu conterrâneo. Talvez por falta de capacidade ou por ser mais fácil ser esperto com o brasileiro que não [...]

By gus.leig

 Images Dvd Simpsons Krusty
O brasileiro gosta de bancar o esperto. E para ser esperto, tem que fazer um outro brasileiro de palhaço. Ele não faz um americano, um inglês ou um alemão de palhaço mas gosta de sacanear o seu conterrâneo. Talvez por falta de capacidade ou por ser mais fácil ser esperto com o brasileiro que não é tão esperto. É assim na política, no trânsito, na sala de espera do dentista e ou em qualquer coisa que se tenha que seguir algumas regras. O brasileiro gosta de levar vantagem, inventa meios sofisticados para isso e ainda sobra espaço para levar vantagem em qualquer esquina sem qualquer sofisticação. Sempre que há uma relação de poder, existe vantagem, e quando não há cultura, existe a força. Quando não se tem capacidade, compra-se os métodos, pula-se as regras e até vendemos uma alma por pura e simples ignorância. O imediatismo do brasileiro é inexplicável, os valores são pontuais e pensa-se que assim eles devem ser perpetuados a cada instante, talvez por instindo de sobrevivência? Acredito que não. Não temos problemas naturais suficientes para despertar este instinto. Temos que criar as situações difíceis para nós mesmos e somos bons nisso. O brasileiro tem a capacidade de ser incompetente em qualquer ramo que se exija disciplina às regras. No circo, quase tudo é feito sob regras, o trapezista ensaia intensamente, o atirador de facas treina sua pontaria exaustivamente. Resta no circo somente a figura do palhaço que ri de si mesmo livremente. Se não tem piada, temos torta na cara. E se tivéssemos vergonha na cara, não nos esconderíamos atrás da pintura branca e do nariz de bola vermelha. Somos mascarados e felizes, porque rimos da nossa realidade paralela de felicidade, que é triste quando o show acaba e as contas são feitas. Nos olhamos no espelho e nos perguntamos quem somos nós. Somos eternos palhaços, eternos bobo-alegres. Mas se houver carnaval, vamos pular até o amanhecer. Palhaço bom é no circo e eu não me vejo em um.

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