Queria saber se o confronto da polícia nas favelas do Rio de Janeiro não é uma guerra. Se os ataques à população não pode ser considerado terrorismo. Acho que os nossos governantes se acostumaram a achar esse tipo de confronto, problema, normal, parte da vida cotidiana do brasileiro.
Enquanto vivemos nossa guerra, brasília parece longe de tudo isso. Em carros blindados cercados de seguranças eles se preocupam com seus amigos, salários, poder, debates e leis inúteis que demoram a ser aprovadas e não resolvem nada. Imediatismo típico do brasileiro que corta o engarrafamento pelo acostamento, a democracia nos prova que em fases juvenis o governo é o povo embora ambos sejam mal educados e despreparados. As chamadas elites intelectuais vivem em ilhas. O socialismo da américa latina é uma doença incurável, como raiva nos cachorros. Basta discutir política com um petista que você corre o risco de ser chamado de amante dos estados unidos e ter sua jugular arrancada a qualquer momento. Nada é irreversível mas a idiotice latino-americana talvez seja um dos piores males da nossa sociedade. Não estou falando que dinheiro significa mais progresso mas de um jeito de pensar que corta fronteiras entre os ditos países primeiros mundo e o resto. Nós ainda somos o resto, o resto selvagem. Nossa civilização ainda engatinha. Quem viaja sabe. Podem falar o que quiser dos Estados Unidos, mas eles souberam criar uma civilização avançada que prioriza o pensamento e a criatividade e que sabe muito bem defender seus interesses.
Enquanto vejo países se desenvolverem, como Portugal após entrar para a comunidade européia, o Brasil esta emPACado, com direito a trocadilho. Basta estabelecer metas e segui-las. É querer e fazer, não precisa de dinheiro ou tempo. Infelizmente o mundo da realidade mostra que mais que sonhar é preciso metodologia para colocar o sonho em prática.
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