A Tecnologia Não Nos Deixa Burros. Liberta Nossas Mentes

By | setembro 22, 2008

Muito interessante o artigo escrito na página do jornal New York Times “Technology Doesn’t Dumb Us Down. It Frees Our Minds” com a tradução que dei no título. Para quem sabe inglês e gosta de tecnologia eu recomendo a leitura.

O artigo conta a história de vários produtos tecnológicos que quando chegaram com seu ar inovador tiveram reação contrária de certa parte da sociedade. Algo como dizer que instalar máquinas numa grande fábrica causa desemprego. Talvez esta seja uma das frases mais antigas desta era das inovações da tecnologia.

Hoje a história se repete quando dizem por exemplo que com a ferramenta de pesquisa do Google impede leituras mais extensas de qualquer texto. A gente passa a ler partes mais relevantes deixando de lado o restante do texto. Grande mentira do meu ponto de vista. Trabalho diariamente usando o Google e sei exatamente quando preciso buscar uma leitura mais aprofundada de um tema. O Google filtra pra mim os resultados mais relevantes e seria responsabilidade minha correr atrás do resto.

Adoro tecnologia, ela é inevitável e sua dinâmica é totalmente humana pois vive trazendo benefícios criados para resolver questões que nós mesmos levantamos. Ir contra ela seria ir contra toda nossa natureza de andar pra frente.

O artigo do NYT ainda fala do controverso Twitter. Eu mesmo não uso, mas o serviço é mania nos Estados Unidos. As pessoas demoram pra entender seu significado e utilidade mas quando fazem isso tornam naturalmente parte da sua vida. É um processo totalmente subjetivo para as pessoas causado por um serviço que faz algo tão simples quanto propagar informação pela internet para pessoas relevantes.

É mesmo difícil relacionar alguma invenção tecnológica que não foi repelida quando apareceu. Mas mais difícil seria dizer que ela não nos favorece tornando nossa vida mais produtiva e prazerosa. Exatamente como o título do artigo diz, ela liberta nossas mentes para fazermos algo sempre mais inovador ainda.

Leia o artigo na íntegra aqui.

Tradução do Google aqui.