Estamos perto de mudanças

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O que acontece hoje em dia no mundo todo parece bastante difícil de acreditar, muita falta de ética, honestidade e carater – estamos falando de países democráticos – e pessoas que tem que levar a vida a diante tendo que ignorar tudo que vê a sua volta. O que representa a democracia de hoje, a vontade do povo ou dos eleitos? A democracia é o espelho do povo?
Não é só aqui no Brasil de Lula que coisas estranhas acontecem – se bem que aqui são estranhíssimas – mas podemos ver em países de 1-o mundo como uma Itália de Berlusconi, Espanha de Asnar, Estados Unidos de Bush e até Inglaterra de Blair.

Porque o óbvio é tão complexo?

Eu queria saber explicar. O que pelo menos o que eu aprendi é que no nosso mundo tudo acontece em ciclos, de ação e reação. Talvez Newton estivesse mais certo do que imaginava.

É como a direita e esquerda, que se alternam no poder, como ser conservador e depois liberal. São ondas de ações que se espalham e vão batendo nas pessoas que as rebatem. Tudo é um ciclo de ir e vir que acontece ainda mais rápido por termos hoje tantas fontes de informação.

Já ouvi dizer que a esquerda é complexa demais e que por isso as pessoas menos cultas, assim vamos dizer, preferem ser de direita, até aparecer o Lula aqui no Brasil, uma falsa esquerda que de complexa só tem o aspecto de não ser mais uma esquerda mas não adimitir isso.

Somos tomados por idéias que podem um dia se alternar, talvez demore, talvez não. É relativo mas é certo, só os animais não mudam e talvez por isso eles não sejam de direita ou esquerda. É como ser contra a pena de morte, mas ver um filho ser assassinado a sua frente e ser tomado pela vontade de vingança.

Existe alternativa para ser de um lado ou de outro? Acho que sim, existem uma linha tênue que olha para os dois lados, mais real, mais verdadeira e que por isso talvez seja ainda mais complicada vista de um destes lados. Acho que para entender isso devemos ter um princípio de valores, de ética e de visão que impeçam que fatores externos não influam diretamente nas decisões tomadas.

Devemos nos abster do sentimendo de posse que nos toma quando abraçamos uma causa. Devemos estar sempre avaliando e colocando em cheque nossas decisões ao mesmo temo que acreditando nelas de coração instintivamente.

Temos esperança de mudar ao mesmo tempo que teríamos esperança em nós mesmo. Porque é essa onda que iniciará uma mudança maior, de dentro para fora. O mundo tem jeito, se nós tivermos jeito. Até chegarmos a esse ponto da decisão da mudança, ela estará vindo até nós devagar e acelerando, como um tsunami que quebrará em algumas praias e outras não. Saber o ponto da mudança, alguns saberão, outros sentirão e outros serão arrastados.

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