Linux Faz 17 Anos e Ainda Não Está Pronto

By | outubro 7, 2008

pinguim do linux
Ontem o Linux fez 17 anos de idade. Criado originalmente por Linus Torvalds em 1991 o sistema operacional grátis hoje tem diversas versões, chamadas de “distribuições” como Ubuntu, Kubuntu, etc..

Admiro muito todo este trabalho, já instalei no meu computador tanto o Kubuntu quanto o Ubuntu e posso dizer que são sistemas operacionais excelentes. Para um usuário que deseja utilizar profissionalmente um computador com acesso a internet, com um pacote office e aplicativos gráficos como o GIMP (clone do Photoshop grátis), o Linux é uma opção real e segura, sem aqueles problemas usuais do Windows.

O fato é que seus entusiastas sempre disseram que o Linux substituiria o Windows e 17 anos depois é óbvio que isso ainda não aconteceu. Por que? Porque o Linux não é um sistema operacional preparado para as massas.

Ele é diferente de usar, e no público acostumado com o Windows, simplesmente não pegou como todos esperavam. Ainda existe um mito dele ser mais complicado do que realmente é, não ter todos os programas necessários que ele já tem e também não ter compatibilidade com o Windows que tem.

Por isso, os usuários em geral não estão preparados ou acostumados com o Linux e preferem pagar o preço do Windows do que usar algo que desconhecem. Olha que nem toquei no assunto de suporte.

Quem sabe quando o Linux fizer 18 anos e virar “maior de idade” ele consiga lutar mais seriamente com o mercado de Windows?

One thought on “Linux Faz 17 Anos e Ainda Não Está Pronto

  1. Claudio -

    Até entendo a crítica subliminar sobre os 17 anos do linux e uma proposta comparativa com o Ruwindows. Porém, o pano de fundo está na soberania de uma nação. A questão é do conhecimento e sua independência tecnológica, ou continuamos a ajudar a Billy Portas e nosso irmão americanos da Microxxx
    a passear na Disney e dar pipocas aos macacos no domingo?

    Amigos, Linux é uma alternativa viável de tornar esta nação (como a China, India, Russia e outras que adotam o Linux), menos vulnerável a esta dependência tecnológica de uma única empresa. Voce já pensou que a explosão de Alcântara na base de lançamento de foguetes do Brasil, pode ter ocorrido por um programa espião instalado em um programa que rodava Ruwindows?
    Sim, o curto-circuito foi provocado por algo que os técnicos não dominavam
    no Ruwindos, e nem vão, … que habilitou um sinal por alguma interface… e
    tudo literalmente foi para o espaço. É uma hipótese… mas que pode virar um teorema!

    Não estou sendo nacionalista, mas é uma questão de nacionalismo mesmo,
    competência, soberania, tecnologia, pesquisa, etc… que uma nação deve
    dispor.

    Sim, destes 17 anos, uso o Linux há 12 ou 13 anos… creio que não chegará ao nirvana enquanto estivermos fazendo programas de computadores dirigidos a coisa um Sistema Operacional que nem entendemos como funciona, porquê, ou o que tem dentro dele.

    Sim, há uma luz no fim do túnel, há muitos exemplos interessantes e com sucesso neste país. A questão é ser hard-core no processo de transformação, ou
    light-conivente com o que temos ai?

    Enfim, convido a todos a irem no FISL 2009 – 10a. edição a participarem
    desta mudança. Talvez mais 17 anos… mas este olhar é míope do
    que tínhamos há 12 anos atrás. O FISL vai reunir 10 mil pessoas, algum evento
    de informática está reunindo tanta gente neste país?

    A Google está equivocada em adotar o Linux em seus servidores????
    Fui!

    abraços

    cc (“cêcê”)

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